sábado, 28 de julho de 2012

AS QUATRO AVES MIGRATÓRIAS


“Até a cegonha no céu conhece os seus tempos determinados; e a rola, a andorinha, e o grou observam o tempo da sua arribação; mas o meu povo não conhece a ordenança do Senhor”. Jeremias 8:7

Parte I

O homem com toda a sua capacidade e inteligência, não atinge os objetivos para os quais foi criado, ele não consegue penetrar nos mistérios que Deus tem reservado para ele mesmo. As quatro aves citadas por Jeremias, ao contrario do homem, mostram ter atingido o seu objetivo na criação. A cegonha, a rola, o grou e a andorinha são aves migratórias ou de arribação, que saem em bandos por vários motivos. E a Palavra mostra que estas aves conhecem o tempo certo de arribar, elas são perfeitas quanto a isso. E apesar do homem saber tanto sobre ciência e outros assuntos, não consegue atingir o conhecimento do Senhor, observando o exemplo deixado por estas simples aves.
A CEGONHA – É uma ave que percorre longas distancias em vôo, e Deus lhe concedeu tudo o que necessita e colocou dentro de seu pequeno e frágil corpo, de modo que nunca falhou em alcançar seu objetivo. Ela é extremamente afetiva, e faz seu ninho nos lugares mais altos e nunca abandona seus filhotes. Ela cumpre seu papel com perfeição dentro do plano de criação de Deus, porque alcançou os objetivos propostos por Ele. A cegonha não se afasta deste rumo porque de alguma forma é capaz de alcançar os mistérios do Senhor, coisa que o homem não consegue. A cegonha vai mais além, mais profundo, porque ela sabe amar. E ela demonstra isso ao cuidar dos seus filhotes.
Apesar de Deus ter garantido ao homem o mistério da felicidade e da alegria, ele é infeliz porque não sabe amar. Ele é capaz de renunciar ao amor, é capaz de abandonar seu próprio filho e sua família por qualquer coisa que julgue mais importante. O homem é ingrato para com o Senhor. Ele amanhece todos os dias e anoitece como filho ingrato, vive uma existência sem lembrar um instante de agradecer ao Senhor por tudo que tem recebido.
Muito que tem sido abençoados, libertos e curados, não tem uma palavra de gratidão ao Senhor. O homem é desafeiçoado, não sabe amar. Ele sabe tudo sobre religião, filosofia, etc., mas não conhece os mistérios de Deus, porque não tem amor no coração.