segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Gratidão e Louvor, só para os vivos.


“Senhor, por tais coisas os homens vivem, e por elas também vive o meu espírito. Tu me restauraste a saúde e deixaste-me viver. Foi para o meu benefício que tanto sofri. Em teu amor me guardaste da cova da destruição; lançaste para trás de ti todos os meus pecados, pois a sepultura não pode louvar-te, a morte não pode cantar o teu louvor. Aqueles que descem à cova não podem esperar pela tua fidelidade. Os vivos, somente os vivos, te louvam, como hoje estou fazendo; os pais contam a tua fidelidade a seus filhos. O Senhor me salvou. Cantaremos com instrumentos de corda todos os dias de nossa vida no templo do Senhor.” - Isaías 38:16-20
Ao contrário que fala Sofonias 3:2, aqui vemos um homem que sabia se humilhar, orar e ouvir a voz de Deus. Que sabia aceitar a correção de Deus e dizer que todo seu sofrimento foi para seu bem. Mostra um coração que confiava em Deus e mais ainda, um coração cheio de gratidão, pois diz que o amor do Senhor que o livrou da morte e perdoou todos os seus pecados. 

O louvor é fruto de gratidão. E ele nos diz algo interessante: Só os vivos, somente os vivos podem louvar a Deus, assim como também Jesus disse em Mateus 22:32. No salmo 103, Davi fala o que Isaías iria dizer de outra forma, quase 300 anos depois. Que Jesus levou sobre si todas as minhas enfermidades e foi transpassado e esmagado pelos pecados de toda a minha existência. 
Como permanecer calado, como a morte, ao contemplar tamanha graça e bondade? Como viver sem perceber a cada manha, a porta de esperança, luz e vida, que aquela cruz se tornou para mim? Ezequias termina sua oração, como deve ser a oração e proceder de todo salvo e redimido pela graça: “O Senhor me salvou. Cantaremos com instrumentos de corda todos os dias de nossa vida no templo do Senhor.” 
Aleluia, hoje estou vivo por causa de Jesus, por isso louvarei seu nome enquanto viver e cantarei o seu amor para sempre.

-Daniel Prado Carneiro – 31.01.2013