quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

JACÓ



Gênesis 31:41-42


“Estive  vinte  anos em tua casa; catorze anos te  servi  por tuas  duas filhas, e seis anos por teu rebanho; dez vezes  mudaste  o meu salário.
Se  o Deus de meu pai, o Deus de Abraão e o Temor de  Isaque não fora por mim, certamente hoje me mandarias embora vazio. Mas Deus tem visto a minha aflição e o trabalho das minhas mãos, e repreendeu-te ontem à noite.”

Eu gosto muito de falar sobre Jacó, porque a experiência sobre Jacó ela se assemelha com a nossa experiência. A experiência daqueles que são chamados e passam por um processo estabelecido pelo Senhor, um processo que podemos dizer que é profético e nesse processo profético nós ou nos comportamos para que o Espírito Santo realize em nós o seu propósito ou nós impedimos que o Espírito Santo realize em nós o seu propósito. E Jacó teve essa experiência, porque Jacó passou por três etapas na sua vida.
A primeira etapa foi para receber a benção da primogenitura e essa benção ele teve início no ventre de sua mãe quando ele começou a ser formado, dentro de sua mãe. A bíblia diz que ele estava ali sendo formado juntamente com Esaú seu irmão e quando os dois estavam ali sendo gerado, os dois já começaram a travar uma luta lá dentro do ventre de sua mãe. E a luta foi tão intensa, tão ferrenha entre os dois, que Rebeca buscou ao Senhor e disse assim: “Senhor, se soubesse que seria assim”, ou seja, ela disse isto porque ela tinha orado 20 anos pelos dois para que o Senhor desse a ela filhos. Então ela quis dizer assim: “Senhor, se eu soubesse  que seria assim, com tanta dor, eu não teria esperado tanto tempo.” Aí o Senhor confortou o coração dela dizendo o seguinte: “Olha, duas nações existem dentro de você e dois povos se dividirão, e o maior servirá ao menor.”
Então a luta que se travava dentro do ventre dela entre Jacó e Esaú, ela se travava porque Esaú era de uma natureza e Jacó tinha outra bem diferente da de Esaú. Esaú tinha uma natureza mais voluntariosa por ser mais aventureira e era um homem mais disposto pela sua complexão física, ele era mais disposto, mas atirado e Jacó não, Jacó tinha uma natureza caseira, era um homem pacato, era um homem que ele parava para ouvir a voz de sua mãe. E eu entendo que a luta de Jacó, quando ele segura no calcanhar de Esaú, não foi querendo sair na frente não, a luta dele foi para sair junto, porém ele queria ficar por último porque o maior serviria ao menor. E Esaú, por certo, ele lutava porque queria sair na frente, porque não sabia ele que o maior iria servir ao menor.
Meus irmãos, nós estamos numa obra onde a nossa luta para conquista da primogenitura, o que é a primogenitura para nós? A primogenitura é a identificação com o Senhor Jesus. A bíblia diz que ele foi o primogênito dentre os mortos. E quando Deus nos chama para  a sua obra, esta benção da primogenitura, ela tem início no ventre da mãe, da igreja, quando o Espírito Santo começa a trabalhar em nós dentro da igreja, no seio da igreja. E na igreja, quando nós estamos sendo formados, a benção não está em você ser o maior não, em você querer ser o primeiro, em você querer ser o mais forte, em você querer ser o mais sábio, mas a benção da primogenitura, ela está em você ser aquele que ouve mais, atente mais a voz da mãe, porque a mãe transmitia a voz do pai Isaque, Rebeca falava aquilo que ela ouvida de Isaque. E por isso, que eu entendo, que ela passava para Jacó tudo aquilo que ela conhecia do projeto de Deus para a vida deles, do primogênito.
Interessante que a benção da primogenitura, ela teve início no ventre e foi concluída na imposição de mãos do pai, Isaque. Quando os dois nascem, Jacó nasce segurado no calcanhar de Esaú, ou seja, a luta dos dois, se nós pegarmos Jacó e Esaú, nós vamos ver que Esaú retrata bem a nossa natureza humana, aquela natureza apressada, aquela natureza aventureira, aquela natureza que quer sempre estar em evidencia, quer sempre ser o mais forte, o mais disposto e se nós olharmos a experiência de Jacó, nós vamos ver que Jacó é a nossa natureza espiritual, é o mais pacato, é aquele que sabe esperar, é aquele que persevera, é aquele que sobre ele existe uma promessa maravilhosa. O Senhor disse assim para Jacó: “Que ele seria pai de muitas nações.”
E a benção de Deus para nós, que é a identidade de Jesus na nossa vida, que ela começa quando nós estamos sendo formados na igreja e ela é concluída quando recebemos a imposição de mãos do pai, concluindo na nossa vida, aquilo que começou lá no seio da igreja.
E a palavra diz que quando Isaque abençoa Jacó, ele decretou a benção profética. Ele disse assim: Você será pai de uma multidão de nações.”, mas juntamente com essa benção profética, houve um decreto de morte. Esaú falou assim, pensou no seu coração e disse assim: “O dia em que o meu pai dele morrer, eu mato ele.” Ou seja, Deus nos chamou para uma benção assim, e quando nós atendemos, Deus decreta em nós essa benção de sermos pais de uma multidão de nações. Mas juntamente com essa benção, existe um decreto de morte. Nós seremos pai de uma multidão de nações enquanto o pai estiver vivo em nossa vida. O dia em que o pai morrer, o dia em que nós deixarmos o pai morrer em nós, o dia em nós niglenciarmos em nós o nosso ministério, o nosso chamado, a nossa instrumentalidade, Esaú nos mata. O que quer dizer Esaú no princípio, a nossa natureza humana. Esaú nos mata. Quantos pastores que passaram por esse mesmo processo que nós estamos passando? Quantos diáconos? Servos usados com poder e que um dia eles permitiram que o pai morresse neles. A revelação morreu. Saíram da graça. Morreram.

A outra benção que aconteceu na vida de Jacó, foi a benção do casamento, quando ele conhece a sua esposa. A bíblia diz que ela teve início na fonte, quando ele sai, fugindo de Esaú, ele vai para Harã e chegando no lugar onde tinha um poço, no deserto, ele viu três rebanhos deitados à beira do poço. Ai ele chamou as pessoas que estavam ali e disse assim: “Vocês conhecem Labão?” Que era irmão da mãe dele.
“Vocês conhecem Labão, filho de Betuel?” Eles disseram: “conhecemos sim, e eis que a filha dele está ali com o rebanho.” Aí, quando ele conversava com aquelas pessoas, Raquel se aproximou e ele vai ao encontro dela e diz assim: “Ainda está muito cedo, dê de beber para o seu rebanho e coloque para pastar porque ainda está muito cedo.” Ai ela falou assim: “Olha, nós não podemos fazer isto porque nós dependemos dos outros rebanhos se juntarem aqui para que todos aqueles tirem a pedra que está na boca do poço, e aí sim, nós podemos abeberar o nossos rebanhos.”
A bíblia diz que Jacó foi lá, empurrou a pedra e deixou a fonte livre para que os rebanhos pudessem beber.
Meus irmãos, Jacó já estava começando a entender o projeto de Deus para a vida dele, ou seja, aquela benção pela qual ele lutou lá no ventre de sua mãe, e que ela foi concluída na imposição de mãos do pai, ele já começava num processo de vida a colocar em prática, ou seja, a esposa fala da igreja e a igreja ela depende do pastor, ela depende do ministério para dessedentar a sua sede dela e de todos daqueles que dependem dela. Ela depende de nós, o pastor, de deixar a fonte livre, a fonte de água livre, deixar que op ES flua, ele possa operar na vida da igreja, ele possa operar através de nós para que os rebanhos matem a sua sede.
Então a bíblia diz que ali, quando ela deu de beber aos rebanhos, Jacó disse assim: “Escuta, você é filha de quem?” aí ela se identificou, que era filha de Labão, Betuel. Aí ela se identifica e corre e anuncia ao seu pai que Jacó estava ali.
Mas a bíblia diz que aquele encontro custou um alto preço para Jacó porque aquela seria a sua esposa e quando ele chegou lá na casa de Labão, ele falou para Labão do seu plano de casar com a filha dele. Labão disse: “Tudo bem, pode casar. Você trabalha para mim 7 anos e você pode se casar com ela.”
Aí ele começou a trabalhar. No final daquele período e que ele pensava já em concluir esse casamento, ali existia um costume, uma lei, e a lei que existia ali era que a mais velha casava no lugar primeiro do que a mais nova. Aí, a bíblia fala que Jacó, ele resiguinado, ele aceitou aquilo que o costume daquele povo determinava. Ele casa com Leia. A bíblia diz que Leia ela era defeituosa dos olhos, ela não tinha uma visão muito ampla e ela não era a amada de Jacó, porque a amada de Jacó era Raquel.
Às vezes, você chega numa igreja, você assume uma igreja e nós como Jacó, nós temos o perfil daquela que é a nossa amada, ou seja, uma igreja com o culto profético certinho, os diáconos bem atuantes, grupo de louvor que funciona no espírito, instrumentistas; esse é o perfil da igreja que nós amamos, que agrada a nós. E às vezes, achamos que vamos assumir uma igreja, aí chega nós ali. A igreja vem de um costume, de um outro costume local, e como Jacó teve aquela notícia: “Olha, você não vai casar com aquela que você olhou e gostou não, você vai casar com esta aqui, a mais velha.” Aí nós começamos a entender que aquela igreja que nós assumimos é um trabalho que se assume, é um grupo de assistência que se assume, é cheia de defeitos, não atende com as nossas expectativas, cheia de problemas, você luta, luta e as coisas parece que não funcionam. E a bíblia diz que Labão falou assim: Olha, você vai ter que trabalhar mais 7 anos por essa que você gosta.” Aí é quando nós começamos a trabalhar, ou seja, a produzir com aquela que é defeituosa, porque Jacó começou a produzir, a gerar filhos com Leia, não foi com Raquel não. É quando nós começamos a trabalhar, a gerar, e a produzir com a igreja do jeito que ela é.
Às vezes, nós fazemos o contrario. Você assume uma igreja e você vê que ela não atende a sua expectativa, as vezes, a gente deixou uma igreja no espírito, uma igreja bem acertadinha, uma igreja com tudo funcionando, você é transferido e assume uma igreja cheia de defeito, cheias de problemas, que não é aquela que você gostaria de estar junto com ela, e quando você chega, você se depara com esta realidade, aí o pastor começa a desmanchar o grupo de intercessão, desmanchar o grupo de louvor, levanta logo dois, três diáconos que ele não conhece, ele muda tudo e ele se esquece de uma coisa, que ali tinha um costume, que ali, aquele povo estava debaixo de uma lei, de um costume. Ou seja, aquela igreja que assumimos, ela estava debaixo de uma orientação do pastor que passou.
Então o que nós fazemos? Trabalhar 7 anos. Sete é o período de Deus. Trabalhar com os grupos, trabalhar com a igreja com defeito mesmo, madrugar, perseverar, reunir, é ensino, é a paciência, é as vezes, você pregar em cultos que não tem dom, é as vezes, dons sem profundidade, mas você casar com ela assim mesmo.
E a bíblia diz que no final do outro período, 14 anos, Jacó agora tinha a mulher ideal. Ele tinha Raquel, a mulher dos seus sonhos, a mulher que ele amava, a mulher que satisfazia a sua expectativa, foram 14 anos. Aí ele disse assim para Labão: “Labão, eu trabalhei para você 14 anos e você não me deu nada. Agora chegou a vez de eu trabalhar pela minha casa.” Porque ele ameaçou pegar as mulheres e os filhos de Leia e ir embora. Então Labão falou assim: “Olha, eu tenho visto que Deus tem prosperado seu trabalho, e Deus tem abençoado em tudo que você coloca a mão.” Era reflexo da luta lá no ventre da sua mãe, era reflexo, porque lá ele lutou. Porque lá ele lutou. Era reflexo da benção da primogenitura impetrada pelo seu pai. “Deus tem abençoado tudo que você coloca sua mão. Fica comigo.” Labão pediu. “Eu quero que você continue comigo.”
Aí ele falou assim: “Tabom, eu fico com você, mas tem uma coisa, nós vamos fazer um acordo, todo animal malhado, salpicado, e moreno do seu rebanho, serão meus e os restantes serão seus.”
Então Jacó ele queria os animais salpicados, os malhados e morenos que são o tipo da igreja. Os malhados falam de uma igreja mista, de uma igreja que não tem nacionalidade, porque a igreja é feita de multidões, línguas, povos e nações, preto, branco, moreno, índio, alemão, americano, português; a igreja é feita mista, malhada, sem uma definição de cor. É o tipo da igreja.

O salpicado fala de uma igreja que batalha, que luta. Em apocalipse mostra assim: “E ele veio com suas vestes brancas salpicadas de sangue e nome pelo qual ele se chama é a Palavra de Deus.”
A igreja salpicada, é uma igreja guerreira, é uma igreja que clama pelo sangue de Jesus, é uma igreja vitoriosa e essa igreja é identificada pela Palavra de Deus. É uma igreja que anda na revelação.
E os morenos, em cantares de Salomão, o servo diz assim: “Não  repareis  em eu ser morena, porque o sol  resplandeceu sobre mim.” É uma igreja queimada pelo Espírito, é uma igreja de provas, uma igreja que no seu dia-a-dia, ela luta, é no seu trabalho profissional, é na sua casa, é em todos os setores da vida do homem, é uma igreja que está ali, o sol está sobre ela, o Espírito Santo está sobre ela, o Espírito Santo está confirmando tudo que ela faz. É a morena.
Mas Jacó, ele precisava de uma coisa, ele precisava multiplicar o seu rebanho. Aí ele teve um sonho que ele pegava três varas de árvores diferentes e ele descascava essas varas, fazia listas nessas varas e colocava na fonte onde os rebanhos, onde as cabras malhadas, as cabras salpicadas e os morenos, e os cordeiros morenos iam beber na fonte da água, aí ele colocava as varas ali e quando as cabras iam beber água, e colocavam os seus olhos naquelas varas, elas concebiam malhadas, salpicadas e morenas. E assim Jacó montou seu rebanho sobremaneira.
Então, uma das varas era de Halamo, a outra de Estoraque e a outra de Castanheira, ou seja, a mesma vara de Arão, ou seja, uma árvore desta, ela produzia uma resina que era usada para se fazer perfume, a outra era conhecida pela sua altura, ela crescia demais, ela era muito alta e a terceira era conhecida pelos seus frutos. Por isso que a bíblia diz que a vara de Arão, ela floresceu, ela deu renovo e ela deu amêndoas.
Então nós lembramos que a experiência de Jacó sempre está registrada por três coisas: era a esposa dele que estava na boca da fonte esperando alguém para arredar a pedra, eram os três tipos de cabras que Jacó queria, a malhada, a salpicada e as morenas e agora as três varas diferentes, ou seja, fala do ministério, que ele é o bom cheiro de Cristo, é o perfume, é o ministério que tem graça, ministério que assume o púlpito quando a ovelha está ali na frente da fonte para beber água, ela está ali colocando os seus olhos no ministério que tem a graça, o ministério que transmite, ao abrir a sua boca, o bom perfume de Cristo, o ministério de testemunho, o ministério que anda de cabeça erguida em qualquer lugar, ele exala o bom cheiro de Cristo, é o pastor, é o diácono, é o obreiro que se assenta com o grupo, a sua palavra é de graça. Jesus quando pregava para as multidões, as pessoas diziam assim: “Quem é esse homem?” “Onde ele aprendeu essas coisas?” “Olha, ele não é como os escribas não, ele fala com autoridade.” Desse jeito.
E Paulo, mais tarde diz assim: “Nós somos o bom perfume de Cristo.”
Então o rebanho, quando ele está na frente da fonte para beber, ele precisa enxergar na frente um pastor com essa característica, um obreiro com essa característica.
Então o pastor, o obreiro, ele tem que ter graça. Ele tem que ter discernimento, ele tem que ter uma palavra de sabedoria.
A outra vara é o crescimento. Ou seja, ele tem a sua origem tem que ser eterna, ele tem que ter uma ligação daqui com a eternidade. É o ministério com comunhão, é o ministério que reflete isso. E a outra vara, ele tem que dar flores, renovos e amêndoas. Ou seja, é fruto sobre fruto, ou seja, a flor produz o renovo e o renovo está sempre produzindo outros frutos. Então o pastor, o diácono, o obreiro, bons para a obra, quando ele entende o seu chamado e permite que o Espírito realize nele a obra que o Senhor quer realizar e passe pelos processos pelos quais Deus nos faz passar, ele sempre está produzindo.
A bíblia diz assim: “Morram fora da estação, morro no calor, ele dá o seu fruto.” O homem que confia no Senhor, mesmo fora de estação, ele dá o seu fruto. E aquelas três varas são uma figura de Jesus. Jesus era cheio de graça. Jesus estava sempre em comunhão com o pai. “As minhas palavras não são minhas, as minhas palavras são de meu Pai.” “Eu não vem por vontade própria, eu vim porque meu pai me enviou.”
E Jesus estava sempre produzindo frutos, sempre produzindo frutos. Ele sempre tinha uma palavra de graça, ele sempre tinha uma cura para realizar, ele sempre tinha uma libertação para efetuar, Jesus estava sempre produzindo frutos. E aquelas listas. Você pega uma vara verde e faz uma lista nelas, ela vai mostrar o interior, aquela parte branquinha, e aquela que continua verde, é o seu exterior. O pastor ele tem que ser transparente. Pastor nesta obra ele tem que ser transparente. Mostrar o que está la dentro e mostrar o que está la fora. Ele não pode ser duas coisas. Ele não pode confundir. Ele tem que mostrar vida que tem dentro dele, com aquela listinha branca e ele tem que mostrar o testemunho que ele tem, na sua vida profissional, na sua vida diária, na sua vida como esposo, na sua vida como pai, na sua vida como companheiro, na sua vida aqui fora. É uma figura de Jesus. Jesus era esse homem. Jesus ele mostrava o que ele tinha no interior e ele mostrava o que tinha no seu exterior. Por isso que Jesus era identificado como filho do homem e filho de Deus.
Como filho do homem ele disse assim: “Tenho sede.” Como filho de Deus ele disse: “Quem tem sede, venha a mim e beba.” Como filho do homem, ele não tinha onde reclinar a cabeça, mas como filho de Deus, ele disse: “Vinde a mim todos que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei.” Jesus era essas duas naturezas. Como filho do homem, Jesus expira na cruz do calvário e morre, mas como filho de Deus, ele vence a morte dizendo assim: “Lázaro, sai para fora.” E Lázaro sai, ele vence a morte. Jesus era essa vara, cortada, que mostra o seu interior, mostra a sua vida, e mostra o exterior. E obreiro nesta obra, ele tem que ser esta vara. Quando ele se mostra assim, o rebanho coloca os olhos ali para beber, e vê a pessoa de Jesus na vida dele, vê a trindade, vê o Pai, o filho e o Espírito Santo atuando através dele.
Foi essa a experiência de Jacó. E Jacó saiu dali rico, porque Deus o abençoou grandemente na sua jornada