quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Bíblia A Palavra De Deus: ... TESOURO EM VASOS DE BARRO...




TEMOS, PORÉM, ESTE TESOURO EM VASOS DE BARRO...


II Coríntios 4: 7-10


         INTRODUÇÃO

A preocupação do apóstolo Paulo com as igrejas era muito grande. Ele sempre estava pensando na sua situação e na sua caminhada, para que ela fosse segura e contínua.

Apesar de toda a sua cultura e capacidade, Paulo procurou mostrar para a a igreja que ele era um simples vaso de barro, assim como todos os membros da mesma. Um vaso de barro frágil, mas que tinha um tesouro dentro de si. Se o vaso viesse a quebrar, tudo que havia dentro dele se derramaria, por isso era preciso ter cuidado para não quebrar o vaso e não perder o tesouro.

         DESENVOLVIMENTO

Jesus disse que neste mundo teríamos aflições, e na verdade isso tem acontecido. As aflições e tribulações vêm de fora e elas tentam se instalar no nosso interior.

Mas a angústia não pode nos atingir, porque ela vem de dentro do coração, e dentro de nós está o tesouro, que é o Senhor Jesus, e onde Jesus está não deve haver espaço para a angústia.

Muitas vezes somos assaltados pela perplexidade (surpresas), são fatos, notícias, e  enfermidades que surgem de repente, sem que estejamos esperando, e essas coisas vêm para atingir o vaso e quebra-lo.

Outras vezes somos perseguidos e também nos sentimos abatidos, mas em momento algum podemos desanimar. O Senhor Jesus disse que nós jamais seríamos desamparados nem destruídos, pois dentro de nós havia um tesouro de valor incalculável, que nos dá a capacidade de resistir e suportar todas as coisas. Quando nos lembramos da bênção que o Senhor nos deu quando cremos nele, imediatamente nos conscientizamos de que nada pode roubar esse tesouro que temos dentro de nós.

         CONCLUSÃO

Diante de todas as provas desta vida é preciso preservar o tesouro, mantendo o vaso intacto, através de morte do ego e do velho homem.


Somente assim o tesouro será mantido no nosso coração.


quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Filipenses 3:14:“Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

domingo, 30 de novembro de 2014

O Prumo de Deus




Amós 7: 7,8  e Jeremias 4:19

A natureza humana é cheia de mistérios e complexidades. À medida que a pessoa cresce e enfrenta as circunstâncias da vida sua personalidade vai sendo influenciada e moldada. As experiências vividas, portanto, vão dar forma e definir as características individuais de cada pessoa.

Durante o reinado de Uzias, o povo de Israel experimentou dias de crescente prosperidade e paz. No entanto, com o enriquecimento veio o declínio moral e espiritual, acompanhados de uma terrível onda de injustiças que obscureceu a visão do povo e o fez perder a direção que Deus havia dado pelos seus profetas. Foi diante desta situação que Deus chamou Amós, que significa “carregar um peso” e lhes deu uma missão de apontar a corrupção existente no meio de Israel, advertindo-o do castigo iminente. Deus comparou Israel a uma parede fora de prumo, prestes a cair, mostrando o quanto ela estava torta através do prumo da sua PALAVRA.

A situação do mundo atualmente é semelhante à que Israel passou naquele tempo. A vida de muitos é pautada em falsos prumos que levam as pessoas às mais terríveis consequências. A Bíblia nos compara a casas, que são construídas com os tijolos das experiências diárias, os quais vão sendo sobrepostos ao longo da vida. Quando se levanta uma parede é necessário que se verifique se a mesma não está torta, e isso se faz, com a utilização de um instrumento muito simples, mas muito importante, o prumo.

O ser humano tem interiormente a necessidade de gozar de paz e de felicidade na sua alma. Por isso ele se utiliza da construção de paredes que lhe transmitam segurança e garantam a paz e a felicidade necessárias à sua satisfação interior. O homem natural usa o prumo da razão e da religião para construir as paredes que vão formar a casa da sua vida. Sua personalidade e sua identidade são o resultado desse trabalho de edificação, que muitas vezes geram angústias e prejuízos, por não ser feito conforme o prumo da Palavra de Deus. O prumo da razão e da religião transmite uma falsa impressão de retidão e produzem distorções que se acumulam e culminam, muitas vezes, com a ruína e a morte física e eterna.


As pessoas vivem sendo sacudidas por muitas tempestades que são produzidas pelas circunstâncias da vida, levando-as a construírem seus próprios sistemas defensivos. Se as paredes de suas casas não estiverem no prumo de acordo com a Palavra de Deus, as consequências poderão ser desastrosas e a maior delas é a falta de paz e a perda da vida Eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Logo, vamos construir a nossa casa no prumo em direção as bênçãos celestiais que são ETERNAS.

domingo, 14 de setembro de 2014

DEUS TEM NOS DADO A VITÓRIA

Esdras 6:15-16-19-22.

15 E acabou-se esta casa no terceiro dia do mês de Adar, no sexto ano do reinado do rei Dario.
19 E os que vieram do cativeiro celebraram a páscoa no dia catorze do primeiro mês.
22 e celebraram a festa dos pães ázimos por sete dias com alegria; porque o Senhor os tinha alegrado, tendo mudado o coração do rei da Assíria a favor deles, para lhes fortalecer as mãos na obra da casa de Deus, o Deus de Israel.

A palavra aponta para um momento profético e muito importante para o povo de Israel. O povo havia voltado do cativeiro, o templo havia sido reconstruído toda resistência do inimigo havia sido destruída pelo poder de Deus, o templo seria consagrado, havia uma grande alegria no meio do povo do Senhor.
A igreja vive o mesmo momento e a mesma alegria que Israel viveu naqueles dias, toda resistência ao evangelho tem sido destruída pelo poder da palavra revelada e da operação do Espírito Santo, a festa foi no mês de adar, que em hebraico significa: extensão e glória, a obra tem se estendida por toda a face da terra, e o nome do Senhor tem sido glorificado.
A igreja vive a perfeição da obra com alegria e as mãos fortalecidas para o trabalho na casa do Senhor movida pela ação do Espírito Santo nas nossas vidas.


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

"O Teu Deus Reina!"

"Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina!" - Isaías 52:7

Por que se inquietar sobre tantas coisas ao nosso redor. Queremos ver o bem, mas o mundo caminha para um caos. Não são os homens que mudarão o mundo. Os redimidos estão chamando seus irmãos, antes que se feche a porta da graça, enquanto o joio se multiplica. Isaías fala daqueles que proclamam a mensagem de Deus, e que dizem confiantes - "O teu Deus reina!" Não interessa o comunismo, a política suja, a corrupção, os poderosos e injustos que oprimem os homens. É Deus que está no controle de tudo. Ele que levanta e derruba reis, imperadores, governantes, os manipuladores do planeta, os países mais ricos e todas as potestades do mal. Deus fala que todas as nações são como um pingo de água num balde, e que Ele esta sentado sobre a redondeza da terra. O teu Deus é soberano e nada escapa ou foge ao seu controle, majestade, glória e poder. A palavra diz: "Porque todos os deuses dos povos são ídolos, mas o Senhor fez os céus." Onde estão os ídolos mudos e civilizações que não existem mais? Entretanto, o Senhor criou todo o universo e reina eternamente. Deus está rindo do plano deles, e diz na palavra - se ajuntem todos, peguem suas armas e venham até mim. [Joel 3:9-12] "E todos os reis se prostrarão perante ele; todas as nações o servirão." - Salmos 72:11. Na visão de um imperador arrogante e muito poderoso da grande Babilônia, ele viu uma estátua grande, e Daniel deu a interpretação da visão. Apenas uma pedra retirada da rocha, veio sobre a estátua e ela desmoronou. Cristo é essa pedra preciosa. Todos os reinos e grandes impérios sucumbirão diante da majestade do Senhor, por mais fortes e poderosos que sejam, para se prostrarem diante de Cristo, o Senhor. Nosso Deus já nos revelou e nos contou todo seu plano, por isso nosso coração descansa na vitoria dele e nossa, pois com ele reinaremos. Não são as pedras que destruirão Israel. Não é o ajuntamento das nações que vencerão o Rei das nações, que pronto está para julgar os povos. É perda de tempo ficarmos atirando pedrinhas numa gigantesca estátua que já desmoronou diante da soberania daquele que governa as nações. Somente uma pedra, a principal, eleita e preciosa, derrubará todos os tronos de impiedade e corrupção. Se você crê em Deus e conhece sua palavra, então exulte no Deus da sua salvação. Descanse nas suas promessas, peça sabedoria e discernimento que vem do alto, e creia verdadeiramente, que "O Teu Deus Reina!"

A porta aberta no céu...


Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas. Apocalipse 4:1

João, um dos doze apóstolos de Jesus, estava desterrado em Patmos, e nessa pequena ilha grega o próprio Senhor Jesus o visitou e mostrou-lhe a história profética da Igreja, descrita nas sete cartas às igrejas da Ásia. Essas profecias, contidas no livro de Apocalipse, falam sobre mistérios maravilhosos revelados a João, que também podem ser alcançados pelos que amam a leitura da Bíblia, a Palavra de Deus.
O capítulo 4 de Apocalipse descreve, dentre outras, uma experiência ímpar de João: ele vê uma porta no céu - aberta -, que é um maravilhoso ensino bíblico, porque no capítulo anterior desse mesmo livro bíblico o Espírito Santo revela também outra porta - porém fechada. E acrescenta que Jesus estava diante dessa porta fechada, batendo para que fosse aberta, conforme se lê no verso 20 do capítulo 3: Eis que estou à porta e bato e se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo.
A porta simboliza o coração do homem, muitas vezes fechado para as coisas espirituais. E o Senhor Jesus está sempre à porta dos corações, esperando que sejam abertos para que Ele possa entrar e dar a oportunidade ao homem de desfrutar de um momento muito singular, ceando com o próprio Senhor Jesus, isto é, tendo comunhão com Ele. Trata-se de um convite que jamais deveria ser recusado.
O Senhor penetra nos corações dos necessitados, mas o seu infinito amor vai muito além. Ele oferece também àqueles que lhe abrem o coração a mesma benção que João teve: subir, em Espírito, ao céu e contemplar as maravilhas celestiais e o Trono de Deus. Sim, o convite a João, “sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas”, é o mesmo que o Senhor faz a todos, porque Ele deseja descortinar aos homens as bênçãos da Eternidade.
João identificou facilmente a voz que o estava convidando, porque ele já a tinha ouvido. E ele percebeu que era a mesma voz, potente e como de trombeta, do Salvador e Senhor Jesus Cristo. Isso prova que Deus fala ao homem, que não ouvirá o convite, se preferir manter a porta de seu coração fechada, bem como os ouvidos, à voz do Senhor.
João disse que a voz era como de trombeta e citou ainda que a ouviu por detrás dele. São dois pontos importantes: o primeiro, que o Senhor sempre nos mostra o caminho para frente, a fim de não retrocedermos. E só há um Caminho, Jesus, que nos leva a Eternidade. O segundo, a voz é semelhante ao som do toque de trombeta, que nos alerta para as trombetas que profeticamente estão soando e anunciando a volta gloriosa de Jesus.
“Sobe aqui”. É o convite para uma vida de plena comunhão com Deus. Convite para conhecer a Eternidade, a casa de Deus, falar com Ele e ouvir a Sua voz. A partir desse convite, João começou a contemplar, com mais profundidade, tudo no plano celestial e assim profeticamente conseguiu visualizar os fatos futuros que abrangem os dias atuais, quando se prenuncia o arrebatamento da Igreja, a volta de Jesus e o juízo para aqueles que ficarem.
No momento em que João teve o privilégio da visão desses acontecimentos proféticos, ele estava distante de sua pátria, da família e dos entes queridos. Estava sozinho, desterrado na Ilha de Patmos, por vezes talvez até pensando que fora esquecido. Mas, se alegrou com a visita do Senhor, que lhe revelou o reino ao qual ele pertencia. Não era como os reinos inconstantes dessa vida, mas o Reino de Deus, que permanece para sempre.
O convite para subir e contemplar coisas novas não foi apenas a João. Foi também a Pedro, a Paulo, a você, caro leitor, e a tantos outros que têm ouvido o mesmo amoroso convite para desfrutar do reino que está estabelecido desse a fundação do mundo.

Esse convite ainda está sendo feito e é fruto do grande amor de Deus. Um convite, que é estendido a toda a humanidade, para conhecer a casa de Deus e a Eternidade com o Senhor Jesus. Aleluia!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

O NEGÓCIO DE JACÓ COM DEUS


No primeiro encontro de Jacó com Deus, em Betel, ele não entendeu as promessas de Deus para a sua vida. Rapidamente, fez um negócio com Deus. Propôs que se Deus lhe desse pão para comer, vestidos para vestir e em paz voltasse à sua terra (casa de seus pais) o Senhor Deus seria o seu Deus. Colocou uma pedra como coluna e prometeu que de tudo que adquirisse daria o dizimo (10%). Nada melhor. Um excelente negócio. Coisa de muitos Jacós na atualidade. Oferecer a alguém que lhe dê TUDO e você devolve apenas 10% e, naturalmente fica com os outros 90%. A atitude de Jacó era desnecessária, pois ao analisar as promessas para a sua vida verifica-se que Deus havia prometido a ele muito além do pão, do vestido e da volta à sua casa.
No texto transcrito podemos conferir:
Eu sou o Senhor, o Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque. Esta terra em que estás deitado, darei a ti e à tua semente.
E a tua semente será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua semente serão benditas todas as famílias da terra.
Eis que estou contigo e te guardarei por onde quer que fores e te farei tornar a esta terra, porque te não deixarei até que tenha feito o que te tenho dito (Gênesis 28: 13 – 15).

Assim somos nós. Há promessas extraordinárias quando chegamos a Betel, na casa de Deus e colocamos os nossos pensamentos na Rocha (a Bíblia, a Palavra de Deus). As mesmas promessas feitas a Abraão, o que foi chamado e obedeceu, o pai da fé; Isaque, o filho da promessa, que foi preservado da morte e cujo nascimento foi um milagre; a terra – todas as riquezas necessárias para a nossa sobrevivência; e a benção da multiplicação das sementes: a VIDA ETERNA. A referência à semente é que ela tem uma vida intrínseca. Escondida no íntimo e assim somos nós. Temos algo maravilhoso no nosso coração que é a presença do Espírito Santo que nos une a eternidade. Felizes os que têm esta experiência maravilhosa.
Embora, haja estas promessas à nossa disposição, o confronto entre elas e os desejos do homem ainda continua. Mas, Deus promete a Jacó que não o deixaria, até que houvesse cumprido todas as suas palavras.
Conclui-se que Deus não é um deus de 10%. De negócios materiais e a sua casa (Igreja) não é balcão de negócios materiais, como se vê nestes últimos dias. Ele é um Deus de comunhão, da presença do Espírito Santo e de promessas Eternas: da salvação da alma. Assim, confie nele e coloque sua cabeça, sua mente, seus pensamentos, na Rocha Eterna e Ele falará do alto dos céus ao seu coração e você se apossará das promessas que foram feitas a Jacó, pois elas são extensivas a todos nós, que um dia entregamos o nosso coração a Jesus. Que o Senhor nosso Deus em muito nos abençoe.

joaoluizlani@gmail.com

O Médico dos Médicos


“Tendo Jesus chegado à casa de Pedro, viu a sogra deste, acamada e ardendo em febre. Mas Jesus tomou-a pela mão e a febre a deixou. Ela se levantou e passou a servi-lo”. Mateus 8:14 – 15.
É interessante notar que diferentemente dos livros de Marcos e Lucas, que também descrevem este fato, porém informam que Jesus havia sido avisado por outros. Em Mateus lê-se que o Senhor “viu” a condição de enferma da sogra de Pedro. Ele não a deixou na condição de acamada e ardendo em febre. A febre não é uma doença em si mesma. Ela pré-anuncia uma enfermidade maior. É sintoma de que algo não está bem com o corpo. Sabe-se que não se deve combater apenas a febre mais principalmente o mal que nela se reflete. Tomam-se medicamentos para a febre, mas é de se supor que os médicos são os que têm capacidade para receitar o remédio que irá curar a verdadeira causa da enfermidade. Mas, Jesus em apenas tomando-a pela mão a febre a deixou. A sua nova condição já não era a de acamada, enferma, pois ela “se levantou e passou a servi-lo”.

Muitos estão semelhantemente assim com graves enfermidades espirituais que os estão levando para os diferentes tipos de entorpecentes, alcoolismo, mas nada fazem além de combater a febre. É droga sobre droga. Medidas paliativas. Tomam “remédios” e a febre passa e quando acham que tudo parece estar bem, a febre volta. Assim procedem até que a doença torna-se fatal, pois a real causa de toda a enfermidade espiritual não foi devidamente combatida. Quantos estão assim? Acamados, febris, com o peso das tribulações, angústias e depressões. Mas, aquele que nos “vê” é o Médico dos médicos. Jesus não nos dá apenas o alivio da febre, mas combate toda a enfermidade espiritual, tristeza, dor e decepções. Quando somos vistos pelo Senhor Jesus somos tocados pela sua mão de Graça e de Poder. Quando tocados, a mão Dele nos ajuda e passamos a ter com Ele uma experiência de paz de alma e Vida Eterna. Nossa condição deixa de ser a de um enfermo (morte) e passa a ser de plena saúde (vida eterna). Somos agora livres da condenação, novas criaturas em Cristo Jesus. Mas, mesmo sem febres e enfermidades devemos continuar deitados? Não! Levantar, dispormos a sair de todo o comodismo e inanição e sermos ativos no servir ao Senhor. Servi-lo com coração alegre, pois só Ele é digno de toda honra e toda glória.
Jesus pode neste momento lhe tocar. Retirar de sua vida toda enfermidade e toda febre. Podemos ser renovados pela presença do Senhor. Isto é uma Maravilha. O que o Senhor opera em sua vida nenhum médico pode operar. Nenhum remédio pode curar este seu mal. Ele opera a Salvação, pois “o castigo que nos traz a Paz estava sobre Ele”. Ele se fez remédio para a alma do homem, e “pelas suas pisaduras somos sarados”. É isto que o Senhor quer nos proporcionar a cada dia: comunhão, paz e por fim a vida eterna.
Maranata! O Senhor Jesus vem!

joaoluizlani@gmail.com

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Construção do Parapeito

Tema: Casamento

Significado de Parapeito

Parede de apoio que se eleva mais ou menos à altura do peito.
Peitoril de janela.
Parte superior de uma trincheira, de uma fortificação, que protege uma peça de artilharia, de

 tal modo que os artilheiros podem fazer fogo por cima dela.

As casas do antigo Oriente Médio tinham terraços planos com escadarias de acesso externas. O terraço proporcionava um lugar de descanso e privacidade e era um local bastante apropriado para receber a
 refrescante brisa da noite. Ás vezes, um pequeno aposento era construído sobre o terraço 
Nota Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Página 282

DEUTERONÔMIO 22:8

Quando edificares uma casa nova, farás no telhado um parapeito, para que não ponhas culpa
 de sangue na tua casa, se alguém de alguma maneira cair dela.

O Senhor expressa na sua Palavra a preocupação com o perigo existente, se alguém que 
construísse uma casa nova esquecesse de construir o parapeito no terraço acima do
 telhado. O parapeito era uma proteção em forma de muro construído na parte superior da
 casa, em torno do terraço. O terraço era um lugar de muita atividade da família, pois as 
cidades naquele tempo eram pequenas, cercadas por muros de pedras por motivo de 
segurança, de modo que não havia muito espaço para a expansão urbana, e o único 
lugar que as famílias tinham para reuniões, laser, e outras atividades era o terraço acima do
 telhado. O terraço funcionava como um quintal da casa, e nele as pessoas colocavam 
grãos para secar, as crianças brincavam e nas noites quentes de verão era comum 
as famílias dormirem ali. Diante de tudo isso era de suma importância a construção de um 
parapeito ao  redor do terraço, para evitar que alguém caísse lá embaixo e se machucasse, ou até mesmo viesse a morrer com a queda.

A casa nova representa uma vida que nasceu de novo a partir da experiência da conversão.
 Quando alguém conhece ao Senhor e entrega sua vida a Ele, passa, a partir daí, a construir 
uma casa nova, isto é, uma nova vida na presença do Senhor. Por isso Deus se preocupa
 com aquilo que se situa na parte superior da casa, com aquilo que está acima das coisas 
de baixo. O parapeito representa a nossa vida espiritual, e ela está situada na parte 
superior das prioridades da nossa vida. Nos dias de Moisés, e hoje em dia também, 
quando alguém construía uma casa, geralmente só se preocupava com aquilo que 
estava na parte inferior, mas o Senhor se preocupa em lembrar daquilo que estava na
 parte superior, pois ali estava a segurança e o que era vital para a preservação da vida.

Assim também quando pensamos nas coisas da nossa vida, geralmente somos
 levados a nos preocupar com aquilo que é daqui de baixo, com aquilo que faz parte
 da nossa vida secular, com a família, com os estudos, com a profissão e tantos outros 
assuntos. Não que essas coisas sejam pecaminosas, mas a questão está em nos 
preocupar demais com essas coisas e esquecer aquilo que é vital e mais importante: 
a nossa vida espiritual. 

A Palavra nos exorta a buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e é 
exatamente isso o significado do parapeitoa preocupação com as coisas do alto, 
com aquilo que é mais excelente e eterno. Jesus disse que no final dos tempos 
“quem estiver no telhado, tendo as suas alfaias em casa, não desça a tomá-las”, e 
essa palavra do Senhor mostra a preocupação que devemos ter com as coisas do alto 
(da casa - o telhado), para que não nos embaracemos com as coisas de baixo (da 
casa - cuidados desta vida).

 A construção do parapeito era necessária para dar segurança ao próprio dono da casa,
 aos seus familiares e também a outras pessoas com quem se relacionava (amigos, vizinhos,
 parentes, etc.). Imaginemos uma casa sem o parapeito, como era perigosa para 
alguém que a visitasse e tivesse que subir ao telhado, pois poderia sofrer uma queda lá
 de cima, sofrendo um problema sério como uma invalidez ou até mesmo a morte. Da mesma
 forma, a nossa vida espiritual influencia também a vida de nossos familiares (esposa, 
filhos), nossos vizinhos, colegas de trabalho, amigos e todos aqueles que entram em
 contato conosco no nosso dia a dia. Se somos pessoas vigilantes e edificadas
 espiritualmente, se a nossa vida está na presença do Senhor, o Espírito Santo poderá 
nos usar para transmitir aos outros aquilo que já temos recebido, isto é, a
 experiência do novo nascimento e de uma nova vida na sua direção. Mas se f
ormos pessoas desajustadas espiritualmente, desobedientes e negligentes com as
 coisas do alto, todos aqueles que entrarem em contato conosco correm o risco de se 
escandalizarem, quando o assunto for a Obra do Senhor e as coisas relacionadas com a vida
 espiritual, pois não teremos experiência alguma para transmitir, a não distorções, 
desacertos e outras coisas procedentes da nossa própria razão. As pessoas que se 
aproximam de crentes desacertados, certamente serão vítimas de algum prejuízo
 para suas vidas espirituais e em casos mais graves até mesmo a morte espiritual, pois 
muitos têm se desviado da verdade por causa da influência de pessoas assim. Por isso a 
Palavra diz: “Ai do mundo por causa dos escândalos, porque é mister que venham
 escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem”.

 Toda a atividade do homem, é influenciada pela sua condição espiritual e o resultado 
dos seus projetos dependem de sua vida espiritual. É um lado especial da vida do homem,
 cujo ajuste e segurança dependem do seu relacionamento com Deus. O construção 
do parapeito aponta para lado especial da vida e está relacionado com aquilo 
que é eterno. Especificamente o parapeito aponta para a pessoa do Senhor Jesus na 
nossa vida, pois Ele é a nossa segurança e de nossa família. Ele é a maior bênção que o
 Pai nos deu e dele depende todo o nosso viver. Por isso a Palavra nos diz: 
“Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, 
onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e 
não nas que são da terra; porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com 
Cristo em Deus. Quando Cristo que é a vossa vida, se manifestar, então também vós vos 
manifestareis com ele em glória” (Col. 3: 1 - 4).

E QUE DEUS ABENÇOE SEU CASAMENTO.